“Eu sou cabeça dura, sei disso. Eu digo para não se importa mas quero que se importe sim, só não quero que demonstre, na verdade quero sim, mas está tudo tão confuso. Quero você de novo, quero que seja meu novamente, aprendi a viver contigo, me desculpa, mas agora eu não sei viver sem seu amor.”
“Mas sempre haverá uma data, palavra, um olhar, um filme, uma música pra te fazer lembrar… Um perfume, um abraço, um sorriso só pra atrapalhar, só pra te fazer lembrar de mim.”
“Ela tem essa pose de “nada me abala”, mas no fundo, bem lá no fundo, ela é tão mole quanto uma gelatina, tão doce quanto um pote cheio de mel e tão delicada quanto a pétala de uma rosa.”
“Vontade de te ligar e te xingar de mil coisas. Ou de ir embora sem ter nenhuma intenção de voltar. Só que… Não dá. Quer dizer, eu não tomo remédios contra você. Mas é que eu deveria, entende? Você sempre foi como uma doença. E tudo que envolve você também. Só que eu sempre fui uma criança teimosa, daquelas que ainda vira o rosto pra não tomar remédio. Ou daquelas que gosta de ficar doente pra poder faltar a escola. Deve ser por isso que ainda não consegui me livrar de você. Porque eu sei o que fazer, mas me recuso a tentar.”